“Vieram alguns homens trazendo um paralítico numa maca e tentaram fazê-lo entrar na casa, para colocá-lo diante de Jesus. Não conseguindo fazer isso, por causa da multidão, subiram ao terraço e o baixaram em sua maca, através de uma abertura, até
Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse: “homem, os seus pecados estão perdoados” (Lucas 5.18-20).
“E, abrindo Pedro a boca, disse: reconheço, por verdade que deus não faz acepção de pessoas” (Atos 10.34).
Podemos observar através destes versículos que Deus tem sempre bons pensamentos e planos acerca de nós e que sempre é seu desejo nos trazer restauração e que não faz nenhuma acepção de pessoas, seja por sexo, raça, idade ou condição física.
Outro aspecto muito importante é que Deus não opera sem a cooperação do homem.
Agora quero fazer uma pergunta a você, irmão(ã), da Primeira IEQ: Como poderá uma pessoa que se encontra numa condição de comprometimento mental e/ou físico associado, exercer a sua fé, individualmente, para iniciar e manter um relacionamento com Deus através de Jesus?
Ou será que esta pessoa não tem este direito, será que deve continuar a ser vista e tratada como um “ser” humano esquisito e malformado, azarado e coitadinho, merecedor apenas de um tapinha nas costas e um olhar de pena? E, se é mesmo verdade que Deus não faz acepção de pessoas, como elas serão incluídas no Corpo de Cristo, que é a Igreja, se não existirem pessoas dispostas a arregaçar as suas mangas, saindo da sua zona de conforto e apatia e com um coração cheio do amor e compaixão de Jesus (compaixão sim, e não pena), para atuar de forma semelhante àqueles homens descritos na passagem acima no evangelho de Lucas, que foram persistentes e conseguiram levar até Jesus aquele homem paralítico?
E qual foi o resultado deste ato? O senhor elogiou a fé não do paralítico, mas sim a dos seus amigos, que agiram com amor e persistência diante das dificuldades e não só deu o seu perdão àquele homem, mas também o curou.
É exatamente isto que há pouco mais de 3 anos, um grupo de pessoas irmãs em Cristo aqui da 1ª IEQ está realizando através do projeto “NOS BRAÇOS DO PAI”. Estamos levando a pessoa do senhor Jesus até os nossos irmãozinhos e irmãzinhas portadoras de necessidades especiais através do ensino bíblico, do louvor, da oração e momentos de comunhão gostosa. E temos testemunhado o quanto a palavra de Deus é mesmo como espada de dois gumes, que penetra até a divisão da alma e do espírito, pois temos visto os progressos, as conquistas na vida destes irmãos (ãs) tão preciosos aos olhos do Pai. Neste trabalho que acontece todos os sábados na casa ao lado do templo novo, das 16h45 às 18h, também fazemos, simultaneamente, um discipulado com as famílias destes nossos irmãos e irmãs e ainda uma reunião de oração quinzenal somente com os pais ou cuidadores.
Só que estamos precisando crescer mais, e para isto lançamos um convite, uma apelo àqueles que forem despertados por este chamado do senhor Jesus para juntarem-se a nós neste seara que é imensa e onde ainda há muito poucos trabalhadores. Você que já experimentou um novo nascimento em Jesus e que já caminha com o Senhor, mesmo que não seja membro desta igreja, e que sentir este chamado, junte-se a nós, faça contato conosco e depois venha nos conhecer . Ficaremos muito felizes com a sua participação (nós e o senhor Jesus).
Se você não sentiu o chamado, mas conhece pessoas e famílias com estas características (possuem um membro com necessidade especial, seja autismo, deficiência mental e/ou física), comunique-se conosco. Nós e o senhor Jesus estaremos te esperando para que Ele se admire também com a sua e a nossa fé!
Magali Losso –coord. do Projeto “Nos Braços do Pai”
Pastor Paulo Garcia Lopes – Equipe do projeto “Nos Braços do Pai”.

