Celebração da Páscoa
Hebreus 11.28-40
Hoje é domingo de Páscoa e, para entendermos melhor o significado deste dia e o celebrarmos com mais consciência precisamos verificar algumas de suas origens. A palavra Páscoa que vem do termo hebraico “pecach” quer dizer: passagem, passar por cima, e traz em si a mensagem de libertação. A celebração da Páscoa foi instituída por Deus, quando o povo de Israel saiu do Egito antes da última praga: a morte dos primogênitos. Deus instruiu Seu povo a matar um cordeiro e aspergir o sangue desse cordeiro nos umbrais das portas. Assim quando o anjo da morte passasse e visse o sinal do sangue, ele passaria por cima daquelas casas e não mataria o primogênito que ali estivesse. Os israelitas passariam pelo Mar Vermelho e seriam libertos. Para que todas essas coisas acontecessem foi necessário haver fé; e a Bíblia diz que pela fé Moisés celebrou a Páscoa. A nossa Páscoa precisa ser celebrada com fé.





Proteção e libertação.
a) “Pela fé celebrou a Páscoa e fez a aspersão do sangue, para que o destruidor não tocasse nos filhos mais velhos dos israelitas. Pela fé atravessou o mar vermelho como em terra seca [...]”. (v. 28, 29).
b) A Bíblia diz que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna (Rm 6. 23). A Escritura também nos diz que todos pecaram e estão destituídos (privados) da glória de Deus (Rm 3. 23). Tanto israelitas como egípcios pecaram e eram passiveis de juízo divino, contudo os israelitas creram na Palavra de Deus, obedeceram-na pela fé, tiveram a marca de sangue inocente e sem culpa em suas casas e por isso foram livres daquela grande tragédia e tristeza.
c) A marca do sangue de Jesus em nossas vidas mostra que o preço dos nossos pecados foi pago por Ele, que era puro e inocente. Assim somos protegidos por Deus, somos livres da morte eterna e temos o dom gratuito de Deus que é a vida eterna.


Salvação e transformação.

a) “Pela fé a prostituta Raabe, por ter acolhido os espiões, não foi morta com os que haviam sido desobedientes.” (v. 31). Quando alguns israelitas foram a Jericó para espiar a cidade, Raabe os escondeu em sua casa, reconheceu que Deus era com eles e pediu que ela e sua família fossem poupadas. Raabe recebeu a instrução de amarrar um cordão vermelho na janela de sua casa e dessa forma ela e sua casa seriam poupadas (Js 2). O cordão vermelho era um tipo do sangue de Jesus, foi uma marca que livrou aquela família da destruição.
b) Raabe nos tipifica. Ela era pecadora e não fazia parte do povo de Deus. No entanto, foi salva e incluída na genealogia de Jesus (Mt 1. 5).
c) Nós éramos pecadores perdidos e não fazíamos parte do povo de Deus, mas por meio de Jesus, e de Seu sangue, que marca a nossa vida, fomos perdoados e incluídos em Sua linhagem e dessa forma, salvos e transformados pelo poder de Deus.


Testemunho e vitória.

a) A partir do versículo 32 temos uma lista de pessoas que tiveram testemunhos de vitória.
b) A passagem cita aqueles que conquistaram reinos, fecharam a boca dos leões, apagaram o poder do fogo, escaparam do fio da espada, tornaram-se poderosos na batalha, puseram em fuga exércitos estrangeiros e que viram mortos ressuscitados. No entanto, a Bíblia também coloca como vitoriosos os que foram torturados, enfrentaram zombarias e açoites, foram acorrentados e colocados na prisão, apedrejados, serrados ao meio, postos à prova, necessitados, afligidos, maltratados e mortos. Nas Escrituras todos esses últimos são apontados como vencedores para levar em consideração a maior de todas as promessas: a vida eterna.
c) Qual é o nosso conceito de testemunho e vitória?


Conclusão

Estamos celebrando a Páscoa do Senhor Jesus Cristo que fala da nossa proteção, libertação, salvação, transformação e nos desafia a ter um testemunho de vitória.


Pr. Silas Zdrojewski
 
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