Mensagens

a resposta à palavra do Senhor

Jn 3. 1 – 4. 11

    A palavra de Deus visa trazer vida às pessoas. Mesmo as palavras duras da parte de Deus são motivadas por Seu amor aos homens e desejam provocar arrependimento. Deus disse a Jonas que ele deveria pregar contra a cidade de Nínive, ou seja, deveria ser uma pregação contrária ao modo de viver dos ninivitas. O objetivo de Deus não era destruir, mas salvar. Alguns respondem positivamente ao apelo divino, outros não. Deus fez Seu apelo tanto a Jonas como a Nínive, e as respostas dadas por eles nos levam a refletir sobre as que nós damos para Deus.

 

celebrando a vitória em família

Gn 46. 26 – 34; 47. 1 – 12

    A família de Jacó passara por muitos conflitos e sofrimentos. Jacó foi um pai que teve decepções, dias tristes e um grande baque em sua vida quando perdeu seu filho José, o qual era seu predileto, fato que provocava ciúmes nos outros irmãos que o hostilizavam e, quando tiveram oportunidade de livrar-se dele, fizeram-no. Os irmãos de José o venderam como escravo e depois insinuaram ao pai que José tinha sido atacado por um animal selvagem e morrera (Gn 37. 31 – 33). Os anos se passaram, José viveu muitos momentos difíceis, contudo sempre permaneceu fiel a Deus, que o abençoou grandemente, tornando-o governador do Egito. Houve fome em toda a terra, mas no Egito, graças à maneira como Deus usou José, havia comida. Jacó e seus filhos começaram a ter falta de alimento. Quando ouviram que no Egito havia comida, foram até lá e, então, encontraram José.  A partir daí uma nova história começa na vida daquela família que culmina com uma grande vitória para ser celebrada. Pensemos a respeito de algumas coisas que levaram aquela família a ter a celebração.

 

A grande guerra

Ap 12. 7 – 12

    A grande guerra que enfrentamos em nossas famílias é, sobretudo, espiritual, sendo esta contra aquele que veio para matar, roubar e destruir (Jo 10. 10). A guerra espiritual, que é a luta entre o bem e o mal, não é uma obra de ficção, mas uma realidade. Sábios são aqueles que a levam a sério e se preparam para ela. Nessa guerra existem duas constantes e uma variável. A primeira constante é Deus, o bem, o poder maior, aquele que nunca conheceu nem conhecerá uma derrota. A outra constante é o Diabo, o mal, poder inferior ao de Deus, aquele que nunca conheceu nem conhecerá uma vitória sobre Deus. A variável é o homem, que por si só é a menor de todas as forças, aquele que é amado por Deus e odiado pelo diabo.

 

Vença o mal e não seja refém dele

I Sm 17. 26, 38 – 51

    O povo de Israel, sob o comando de Saul, estava em guerra com os filisteus, e os dois exércitos estavam postados nos seus lados para o confronto. Diante disso, os filisteus lançaram uma proposta de guerra usada pelos gregos antigos, quando a decisão do vencedor ocorria entre a luta de um guerreiro campeão de cada lado, e aquele que vencesse daria a vitória para todo o seu exército, assim outros guerreiros seriam poupados. Os filisteus lançam Golias, que se colocava no vale entre os dois exércitos e desafiava os israelitas a enviar um guerreiro para lutar com ele. Diante deste desafio, Israel ficou refém do seu inimigo, pois não havia ninguém com coragem para lutar com Golias, até que um israelita não se conformou com a situação de refém do inimigo, do mal e partiu para a vitória.

 

Identifique o mal

II Co 11. 14; Gn 3. 1 – 6 

    A Bíblia nos deixa relatos da ação enganadora do Mal. O apóstolo Paulo, no contexto em que fala sobre satanás se disfarçar em anjo de luz, reporta-se à serpente no Éden (II Co 11. 3). Ele alerta os coríntios sobre os falsos apóstolos que se apresentam como sendo do bem, “superapóstolos” (v. 5), mas que, na verdade, são do mal. Para termos uma vida e família libertos, precisamos identificar o mal para não sermos enganados por ele.

 

O poder do sacrifício de Jesus

Hb 10. 1 – 18

    Ao pensarmos na palavra “mal”, muitas coisas podem vir à nossa mente. Pode ser algo não tão sério como quando alguém comete um erro e diz: “foi mal”, pois com essa expressão se está fazendo um pedido de desculpas. No entanto, pode ser uma doença séria, ou um problema extremamente complicado. Podemos, também, tratar o mal de forma personificada como sendo uma referência àquele que é o inspirador de todo o mal, que é a maldade em pessoa, Satanás. Ele procura prender pessoas e suas famílias e, como filhos do bem e da luz, precisamos nos posicionar contra toda a espécie de mal e combatê-lo; então, para isso, precisamos conhecer o poder do sacrifício de Cristo.
 

 

Oração em difícil situação

Jn 1. 17 – 2. 10

   
Jonas, por ter desobedecido a Deus, embarcando para Társis e não indo para Nínive levar a mensagem de Deus, coloca todos os que estão com ele naquele barco em uma terrível situação. O profeta reconhece a sua culpa e manda que o lancem ao mar. Quando isso acontece, Deus faz com que um grande peixe engula Jonas. O fato de Jonas permanecer vivo dentro do peixe é um milagre de Deus. Jesus confirmou este milagre e usou-o para falar de Sua morte e ressurreição ao terceiro dia (Mt 12. 39, 40). Jonas orou a partir de um lugar incomum e em uma situação muito complicada, contudo Deus o ouviu e respondeu a ele. A despeito do lugar e situação em que estejamos, Deus deseja ouvir a nossa oração e nos responder.

 

Fugindo de Deus

Jn 1. 1 – 17

    Jonas, um profeta de Deus, recebe a missão de profetizar contra a cidade de Nínive. Deus ainda especifica que isso era para ser feito depressa, pois a maldade daquela cidade havia subido até Ele (v. 2). Porém, o profeta desobedece a Deus e decide ir para Társis, fugindo do Senhor. Esse comportamento de fugir de Deus não aconteceu somente com Jonas, mas também ocorre com muitas pessoas. Podemos traçar um paralelo entre as razões da fuga de Jonas e de suas consequências com alguns dos motivos pelos quais os filhos de Deus fogem aos propósitos Dele nos dias atuais, assim como, as consequências que essas fugas trazem.

 

Cavar para conquistar

    Gênesis 26.18-25

    Por termos chuvas, rios, represas, muitos mananciais e água em abundância, o conflito registrado neste capítulo, a princípio, pode não fazer muito sentido para nós. No entanto, o contexto geográfico desta história bíblica é de uma região árida, onde água era algo muito precioso. Fechar os poços de alguém era um ato de guerra, pois conflitos por água eram comuns. Há previsões de que no futuro as guerras em nosso planeta não serão mais por petróleo, mas sim por água, sendo que não temos sido bons mordomos da terra que Deus nos deu. Isaque, filho de Abraão, procurou água, cavou poços e foi bem sucedido no seu intento, contudo teve problemas, mas lidou com eles de maneira apropriada e aprovada por Deus. Aprendamos com este relato da Palavra de Deus a “cavar” e assim, obter conquistas.

 

Realidades nas Conquistas Sentimentais

    Quando se fala de vida sentimental, logo vêm à mente os sonhos, as imaginações que, na maioria das vezes, fazem as pessoas tirarem os pés do chão e viverem muitas utopias. A vida sentimental, que só fica nas nuvens, tem vida curta e um prognóstico de frustração. A Palavra de Deus, neste capítulo, conta a história de um lindo romance, porém não deixa de mostrar as realidades que precisam ser consideradas. Cada um de nós precisa lidar com desafios nesta área, pois ignorá-los não é sábio. 

 


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